Buser investe em novas tecnologias de segurança nas frotas parceiras

Buser investe em novas tecnologias de segurança nas frotas parceiras

Novas tecnologias de segurança como câmeras de fadiga, telemetria e sensores de cinto de segurança estão sendo implementadas nas frotas das empresas que trabalham com a plataforma

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, 90% dos acidentes de trânsito são causados por falhas humanas. Ainda segundo a mesma organização, as principais causas de acidente são, respectivamente:

  • excesso de velocidade;
  • associação de bebida alcoólica e direção;
  • falta de uso de capacete, cinto de segurança e equipamento de retenção para crianças.

Com o objetivo de proporcionar mais segurança na condução dos veículos e para os passageiros, a Buser tem promovido investimentos em novas tecnologias de segurança para as empresas parceiras, como câmeras de fadiga, sensores de cinto de segurança e telemetria.“Trabalhamos com estratégias de segurança preventiva para evitarmos qualquer tipo de acidente e, para isso, usamos algumas tecnologias”, declara o head de segurança e operações da Buser Brasil, Rodrigo Souza.

Entenda melhor como funcionam tais tecnologias e que resultados elas trazem. Continue a leitura!

Câmera de fadiga

Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (ABRAMET) em parceria com a Academia Brasileira de Neurologia e o Conselho Regional de Medicina indicou que cerca de 42% dos acidentes de trânsito estão relacionados ao sono. Assim, o cansaço é uma das principais causas de morte nas rodovias brasileiras.

Para evitar expor seus usuários a riscos desnecessários causados por sono, a Buser está implantando câmeras de fadiga em toda a frota. Tal câmera monitora os motoristas e traduz em parâmetros o nível de fadiga em que eles se encontram. 

Esses dados são mostrados de forma visual em gráficos que mudam de cor, entre verde, amarelo e vermelho. Sendo verde o motorista que apresenta níveis normais, amarelo representa que ele está em estado de fadiga e vermelho é um alerta de que o profissional não pode dirigir. Os gráficos são monitorados por uma central que funciona 24h por dia.

“Se o motorista entra em um nível de fadiga alto, o sistema fica vermelho e a equipe entra em contato com ele. Se for necessário, pode-se até enviar outro motorista para substituí-lo, mas a ideia é que eles não fiquem cansados e que não precisemos chegar a esse ponto”, declara Rodrigo Souza.

Ainda em 2020, 100% da frota das empresas precisará terá câmera de fadiga instalada para que sigam sendo parceiras da Buser.

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Telemetria

Outra estratégia que tem sido utilizada pela Buser é a Telemetria. O sistema controla a velocidade dos ônibus e gera dados em tempo real, que também ficam plotados em gráficos. Assim, equipes de segurança podem fazer a gestão 24h por dia desses dados e dos motoristas junto às empresas parceiras. 

Essa gestão constante é um grande diferencial da Buser em relação ao mercado. “Monitoramos os motoristas a fim de diminuir a probabilidade de acidentes fazendo com que eles dirijam de forma mais prudente e segura. Para isso, atuamos com medidas corretivas para motoristas que dirigirem acima da velocidade permitida. Se algo fugir do planejado, veremos no sistema”, esclarece Rodrigo. 

Caso o motorista ultrapasse a velocidade de 90 km/h é ativado um aviso sonoro no veículo a fim de alertar o profissional. Através do sistema também é possível saber se um ônibus quebrou, se chegou ou saiu com atraso ou se passou do tempo de parada. 

Cinto de segurança com alerta

Uma pesquisa da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) feita no fim de 2019 concluiu que seis em cada dez passageiros de ônibus intermunicipais não usam o cinto de segurança.

Apesar de ser altamente difundida a informação de que o uso do cinto reduz os riscos de morte e de lesões graves, os passageiros resistem a usá-lo.

Com o objetivo de fazer com que seus clientes usem a proteção, a Buser está investindo, na frota de suas empresas parceiras, em uma tecnologia desenvolvida internamente que emite alertas sonoros e visuais caso o passageiro não esteja com o cinto. “Caso o usuário se sente no assento e não afivele o cinto em até um minuto e meio, vai soar um alarme sonoro e visual, com uma  luz vermelha. Assim, a equipe e até outros passageiros podem intervir. Queremos garantir que, caso ocorra uma fatalidade, todos estejam usando o cinto”, acrescenta Rodrigo.

Segurança: uma prioridade

Em cada ônibus existem, pelo menos, 40 vidas. Todos os dias, milhares de pessoas são transportadas com a intermediação da Buser. Assim, os investimentos em novas tecnologias de segurança estão só começando, pois a busca pela excelência vai continuar. “A segurança para a Buser é um valor e vai estar acima de qualquer outra coisa”, acrescenta o head de segurança e operações da Buser.

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Até logo!

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